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Propostas para combater a Crise |
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Comunicado
“ é
urgente criar um Gabinete
de Crise
no quadro do Conselho Permanente de
Concertação Social”
A economia global vive
uma grave crise e, de acordo com o Fundo Monetário Internacional, a
economia mundial crescerá apenas 0.5% em 2009 – o registo mais
baixo em 60 anos – e, de acordo com a Organização Internacional
do Trabalho, o número de desempregados subirá entre 30 milhões e
50 milhões à escala global.
Tudo começou no Verão
de 2007, quando estalou a chamada “crise do subprime”,
em resultado da excessiva concessão de crédito à habitação nos
EUA, com as taxas de juro a subir, as prestações mensais a não ser
pagas, as hipotecas a serem executadas, a oferta a exceder largamente
a procura de habitação, os preços a descerem, os activos a
desvalorizarem, os balanços das instituições financeiras a
mostrarem enormes “buracos”.
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Brazão de Castro (TSD-M) «Só o PSD é alternativa» ao governo socialista |
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in Jornal da Madeira
TSD dizem ser «imperativo nacional» retirar o PS do governo do País
Retirar o Partido Socialista do poder nacional é o objectivo principal dos Trabalhadores Social-Democratas, que apelam à mobilização de todos os madeirenses nas próximas eleições europeias, legislativas e autárquicas. O Secretariado dos TSD/Madeira esteve ontem reunido para analisar a actual situação política e concluiu que o PSD é a única alternativa credível para o País. A única, como dizem, capaz de dar uma nova esperança aos portugueses.
Os Trabalhadores Social-Democratas consideraram ontem ser necessário criar uma alternativa credível ao governo de José Sócrates, alternativa essa que mobilize e dê esperança aos portugueses. Vencer as eleições europeias, autárquicas e legislativas é o objectivo. «E só o PSD é alternativa», disse Brazão de Castro, líder dos TSD/Madeira.
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PRIMEIRO-MINISTRO Vangloria-se com um estudo encomendado pelo governo |
Afinal,
o famoso estudo da OCDE (*) apresentado ontem, com pompa e
circunstância, pelo Primeiro-Ministro, José Sócrates, não passa
de um trabalho encomendado
pelo Ministério da Educação
a um conjunto de peritos internacionais (mas que incluem o Prof.
Alexandre Ventura, Presidente do Conselho Científico da Avaliação
de Professores) e baseado em fontes do próprio Ministério da
Educação, que dão suporte a conclusões entusiásticas sobre a
“justeza” das suas políticas educativas.
Assim,
o referido estudo não é independente nem representa a
apreciação da OCDE, é parcial nas suas análises e conclusões, já
que não é emitido por aquela instituição mas antes resultado da
encomenda do Ministério da Educação intitulando-se até,
prosaicamente, “Avaliação Internacional para o Ministério da
Educação 2008”.
Os
TSD questionam: será
lícito que um Primeiro-Ministro de um governo reincida nesta prática
de “meias-verdades”, procurando encenar mais uma farsa mediática,
paga, tal como o referido relatório, com o dinheiro dos
contribuintes?
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UM GOVERNO SEM ORIENTAÇÃO E SEM RUMO |
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Por
Alexandre Monteiro
Presidente da Mesa da Assembleia Distrital dos TSD da Guarda
Guarda, 20 de Janeiro de 2009
Os Portugueses têm vindo a assistir, cada vez com mais
insistência, à incapacidade do Primeiro Ministro e do governo/PS de
fazer face aos problemas políticos, sociais, económicos e
financeiros que o país atravessa.
Perdida que está a “grande e única bandeira” do controle
do défice orçamental, de resto conseguida à custa do brutal
agravamento fiscal sobre os trabalhadores, as famílias e as
empresas, e incapaz de enfrentar a crise que criou bem como os
problemas emergentes do “subprime”, conhecidos há largos meses
por vastos sectores da sociedade portuguesa.
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UM GOVERNO SEM RUMO E DE CABEÇA PERDIDA |
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Comunicado
Os portugueses têm vindo
a assistir, cada vez com mais insistência, à incapacidade do
Primeiro Ministro e do governo/PS de fazer face aos problemas
políticos, sociais, económicos e financeiros que o país atravessa.
Perdida que está a
“grande e única bandeira” do controle do défice
orçamental, de resto conseguida à custa do brutal agravamento
fiscal sobre os trabalhadores, as famílias e as empresas, e incapaz
de enfrentar a crise que criou bem como os problemas emergentes do
“sub-prime”, conhecidos há largos meses por vastos sectores da
sociedade portuguesa, vira-se agora para os estafados temas do choque
tecnológico, também ele outro “fiasco” deste governo.
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